Para estimular soluções inovadoras e eficientes e mitigar os problemas ocasionados pelos acidentes ou adoecimentos por questões trabalhistas, o Sesi-ES promove o “Prêmio Sesi de Boas Práticas em SST”, uma competição para pequenas, médias e grandes indústrias, além de prestadores de serviço, que reconhece e valoriza as iniciativas de melhoria na prevenção de acidentes e promoção de saúde no trabalho.

O diretor de Saúde e Segurança na Indústria do Sesi-ES, Júlio Zorzal, explica que o objetivo do Prêmio Sesi de Saúde e Segurança no Trabalho é reconhecer o esforço das indústrias e empresas capixabas na implantação de melhorias no ambiente de trabalho. “É preciso divulgar para a sociedade as ações bem sucedidas de promoção da Saúde e Segurança dos Trabalhadores e contribuir para a evolução dos processos de SST das indústrias e empresas prestadoras de serviços”, declara.

As três empresas com as melhores práticas em cada modalidade serão conhecidas e premiadas durante a Semana Prevenir, com solenidade de abertura marcada para novembro. O 1º lugar de cada modalidade receberá troféu e placa de reconhecimento para a equipe autora do trabalho. O 2º e 3º lugar receberão placa de reconhecimento.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro pelo e-mail [email protected] enviando a ficha de inscrição e uma descrição das práticas de SST concorrentes, que deve ser preenchida de acordo com o modelo de trabalho. Os interessados devem baixar os documentos, preencher, assinar e enviar por e-mail. Também é possível enviar um vídeo explicando como funciona a prática concorrente.

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Por que as indústrias devem investir em saúde e segurança no trabalho?

Aumentar a competitividade, produtividade e lucratividade da indústria deve ir muito além do investimento em inovação e tecnologia para a melhoria dos seus processos: é preciso olhar para o seu material humano, o seu colaborador, investindo na sua qualidade de vida, saúde e segurança. Investir em gestão da saúde e segurança no trabalho dá retorno e reduz custos para as empresas.

Números levantados pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional e Industrial do Espírito Santo (Ideies), apontam que no Estado, entre 2012 e 2017, foram perdidos 3.803.520 dias de trabalho, impactando diretamente na competitividade das indústrias capixabas, seja em função dos elevados custos associados aos afastamentos, seja pelos trabalhos perdidos, além do aspecto negativo na área social. No Brasil,este número chegou a 305.299.902 dias perdidos.

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